franklaercio/marvel-universe
Após Thanos destruir todo o universo foi dedicada uma missão para os Vingadores de recuperar tudo aquilo que foi destruído com as joias do infinito.
Marvel API
Resumo
Após Thanos destruir todo o universo foi dedicada uma missão para os Vingadores de recuperar tudo aquilo que foi destruído com as joias do infinito. Sendo assim, foi demandada uma tarefa para o desenvolvedor Frank Láercio de implementar a API que faz comunicação entre as pessoas e os heróis da Marvel.
De modo a iniciar essa tarefa com uma maior rapidez foi decidido que a API seria feita com base nas seguintes tecnologias listadas abaixo:
- Spring Boot 2.4.4
- Java 11 SE
- Postgresql 12.6
- Swagger UI 2.6.1
- Junit 5.7.0
- Flyway
- Heroku
Como obter o projeto
Para obter o projeto é bem simples, basta apenas executar os comandos abaixo:
# Clone este repositório
$ git clone <https://github.com/franklaercio/marvel-universe.git>
# Acesse a pasta do projeto
$ cd marvel-universive
Além disso a aplicação pode ser acessada por meio da URL abaixo:
# Hospedado no Heroku
https://marvel-universe-app.herokuapp.com
CI/CD
Assim que é feito um novo commit foi desenvolvida uma actions que executa todo o processo de build da aplicação, incluindo os testes e caso tudo esteja funcionando corretamente a aplicação no Heroku é atualizada automaticamente.
A action de build pode ser verificada no diretório abaixo:
# CI utilizando o Github Actions
cd .github/workflows/gradle.yml
Scripts automatizados e conexão ao banco de dados
Primeiramente para ter acesso ao banco de dados deve-se seguir os seguintes passos:
- Criar o usuário do banco de dados Postgresql como sendo postgres e com a senha postgres.
- Criar uma database denominada marvel.
- Verificar se porta 5432 está disponível para conexão.
Caso queira ajustar o banco de dados é simples, basta apenas acessar o arquivo application.properties e alterar as configuração a seguir:
spring.datasource.url=jdbc:postgresql://localhost:5432/marvel
spring.datasource.username=postgres
spring.datasource.password=postgresApós isso está configurado, a aplicação irá sozinha criar as tabelas do banco de dados utilizando o Flyway. Ela rodará as migrations e também fará a inserção dos da aplicação, dado que não há nenhuma rota na API que permite fazer um cadastro de qualquer dado.
Estrutura do projeto
A estrutura do projeto é baseada seguindo o modelo de DDD (Domain Driven Design), que é um padrão de estrutura de projeto orientada a domínio.
Dessa forma, primeiro foi atribuído o contexto de cada entidade do projeto como sendo character, comic, event, creator, series e story. Após isso, dentro de cada um desses contextos foi implementado o DDD, dividindo o projeto em 3 camadas application, domain e infrastructure.
- Application: camada reservada para parte de interação direta com o usuário e é nessa camada que iremos encontrar os endpoints e as exceções que a aplicação pode retornar ao usuário.
- Domain: nessa parte do código poderá ser encontrado tudo aquilo que faz menção a abstração de algo da aplicação e é aqui que será destinado o local onde ficará definido o é um quadrinho, por exemplo, com seus atributos de título, valor, quantidade de páginas, etc.
- Infrastructure: local onde serão destinadas às partes do código que farão contado com o banco de dados e é aqui que ficarão as consultas utilizando JPA e onde serão populados os retornos aos usuários.
A seguir podemos observar como a estrutura do projeto está definida.
└── backend
└── src
└── main
└── java
└── com.marvel.backend
├── character
│ ├── application
│ ├── infrastructure
│ └── domain
├── comic
│ ├── infrastructure
│ └── domain
├── creator
| ├── infrastructure
│ └── domain
├── event
│ ├── infrastructure
│ └── domain
├── global
│ ├── infrastructure
│ └── domain
├── series
│ ├── infrastructure
│ └── domain
└── story
├── infrastructure
└── domain
Testes da Aplicação
O desenvolvimento foi baseado seguindo TDD, ou seja, antes de ter implementado as funcionalidades os testes já tinham sidos implementados e foi seguido os pequenos ciclos de repetições que foram: elaborar o teste, executar o teste e esperar que ele falhe por falte de alguma classe não implementada ainda, criar a classe, executar o teste novamente e esperar que o teste retorne com sucesso, caso o contrário deve-se ajustar o teste e a classe até que o teste funcione conforme o esperado.
Além disso, para os testes serem executados da maneira esperada foram adicionadas as seguintes importações e no começo de cada teste deve-se ser adicionada a notação @SpringBootTest.
testImplementation 'org.springframework.boot:spring-boot-starter-test'
testCompile 'org.junit.jupiter:junit-jupiter-engine:5.7.0'
testCompile 'org.mockito:mockito-junit-jupiter:3.8.0'Documentação
A documentação dos endpoints foi implementada seguindo a ferramenta de documentação Swagger UI. Para adicionar ela no projeto somente foi necessário adicionar as seguintes importações e criar uma classe na raiz do projeto, chamada SwaggerConfig.
compile('io.springfox:springfox-swagger2:2.6.1')
compile('io.springfox:springfox-swagger-ui:2.6.1')@Configuration
@EnableSwagger2
public class SwaggerConfig {
@Bean
public Docket api() {
return new Docket(DocumentationType.SWAGGER_2)
.select()
.apis(RequestHandlerSelectors.withClassAnnotation(RestController.class))
.paths(PathSelectors.any())
.build();
}
}Licença
Este projeto é licenciado seguindo a normas da MIT License - veja o arquivo LICENSE.md para maiores detalhes.
Feito com
